Nicolás Maduro é capturado em operação militar dos EUA, segundo autoridades americanas
Nicolás Maduro é capturado em operação militar dos EUA, segundo autoridades americanas
Em uma escalada sem precedentes das tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela, o presidente venezuelano Nicolás Maduro foi capturado por forças norte-americanas neste sábado (3) após uma operação militar conduzida em Caracas e outras regiões do país, anunciaram autoridades dos Estados Unidos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nas redes sociais que a ação envolveu “ataques em larga escala” e que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram detidos e removidos do território venezuelano, sendo encaminhados para custódia americana.
O senador americano Mike Lee declarou que o secretário de Estado, Marco Rubio, informou que Maduro foi “preso por militares dos EUA para ser julgado nos Estados Unidos” por acusações criminais — incluindo narcotráfico e terrorismo, conforme relato de autoridades americanas.
Contexto da operação e reações internacionais
A ação começou nas primeiras horas da manhã com explosões e movimentação de forças em vários pontos de Caracas e ao longo do país, segundo relatos de testemunhas e veículos internacionais.
A Casa Branca afirmou que a operação foi planejada há meses diante de acusações contra Maduro e integrantes de seu governo por envolvimento com tráfico internacional de drogas — posicionamento que o governo venezuelano sempre negou.
Reações diplomáticas foram imediatas e polarizadas:
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Venezuela classificou o ataque como “agressão militar” e violação de sua soberania, declarando estado de emergência e condenando a intervenção estrangeira.
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Aliados como Rússia e Cuba repudiaram a ação, enquanto líderes de alguns países latino-americanos saíram em defesa da soberania venezuelana.
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Por outro lado, alguns grupos de oposição venezuelana e setores estadunidenses celebraram a captura, considerando possível o fim de um governo que repetidamente foi acusado de autoritarismo e repressão.
Líderes europeus e organizações internacionais chamaram à cautela, pedindo respeito ao direito internacional e transparência sobre a situação de Maduro e sua esposa.
Críticas e incertezas jurídicas
Especialistas em direito internacional e representantes de várias capitais afirmaram que, mesmo que os EUA aleguem justificativas criminais, a legalidade de uma operação militar que captura um chefe de Estado estrangeiro no solo de sua própria nação é altamente contestada.
O próprio governo venezuelano negou que haja confirmação oficial de onde ele está e exige “prova de vida”, o que demonstra que a situação ainda está em desenvolvimento e sujeita a verificações independentes adicionais.
