Proteção veicular em alta: quando a regulação encontra a competência
Proteção veicular em alta: quando a regulação encontra a competência
Enquanto o seguro tradicional se torna cada vez mais inacessível, as associações de proteção veicular crescem no Brasil como alternativa viável — e a PROAUTO prova que é possível fazer diferente.
Em 2026, o seguro de automóveis ficou 15% mais caro, com apólices entre R$ 1.600 e R$ 3.600 por ano para os modelos populares. O motivo? O avanço da criminalidade pressiona o risco das seguradoras. Só no Rio de Janeiro, os roubos cresceram 23% nos primeiros cinco meses do ano — mais de 12 mil ocorrências. No país, a projeção é de 350 mil veículos roubados ou furtados até dezembro.
Diante disso, milhares de motoristas migraram para as proteções veiculares. E é nesse cenário que a PROAUTO se destaca.
Com 18 anos de operação sob o mesmo CNPJ, mais de 300 mil motoristas protegidos e R$ 2 bilhões pagos em indenizações, a PROAUTO é hoje uma das associações mais respeitadas do Brasil. Foi reconhecida como a empresa que mais evoluiu em reputação e atendimento no Reclame AQUI — prova de que seriedade e escala podem andar juntas.
Diferente do seguro tradicional, o modelo mutualista não analisa perfil do condutor. Isso permite proteger veículos com até 30 anos, motos esportivas, híbridos e elétricos — exatamente os perfis que as seguradoras tradicionais recusam ou precificam de forma proibitiva.
A regulamentação trazida pela Lei Complementar 213/2025 veio para separar as operações sérias das que não entregam o que prometem. E a PROAUTO já nasceu regulada antes da regra: indeniza em até 30 dias, tem assistência 24h e rede de oficinas referenciada em todo o país.
Quer conhecer mais sobre a PROAUTO, ligue (19) 97417-5302.
O mercado de proteção veicular projeta atrair mais 8 milhões de veículos nos próximos anos, um salto de 30% segundo a Susep. Quem está preparado para essa demanda não é quem faz barulho — é quem entrega resultado.

